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Gestão condominial: Por que investir em tecnologia de segurança?

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Os condomínios, residenciais e comerciais, são conhecidos por oferecerem mais proteção aos moradores. Por isso, é comum o investimento da gestão condominial em tecnologia de segurança.

De um modo geral, os condôminos não se importam em pagar uma taxa um pouco maior, desde que se sintam mais protegidos. No entanto, antes de apostar em qualquer equipamento e técnica moderna, a administração do empreendimento deve estar atenta às novidades e soluções do mercado.

É importante salientar que não basta investir em aparelhos de primeira linha e deixar de lado fatores importantes, como a contratação de funcionários de confiança, treinamentos específicos e comunicação das regras de segurança aos usuários do prédio.

A gestão do condomínio deve orientar as pessoas que terão contato direto e constante com as tecnologias adquiridas.  As soluções e equipamentos para esta finalidade não param de surgir no mercado. As opções mais comuns são:

  • Monitoramento de câmeras que possuem alta resolução;
  • Fechaduras eletrônicas;
  • Biometria;
  • Aparelhos ativados por toque ou sensor;
  • Guaritas blindadas;
  • Garagens com dois portões de entrada;
  • Sensores de movimento e infravermelhos.

Os aparelhos de segurança são fundamentais para a proteção do condomínio, porém, só isso não basta, é necessário promover uma cultura de segurança entre os moradores. Entenda:

Como educar os condôminos sobre as regras de segurança?

Todas as pessoas que convivem no espaço residencial possuem um papel importante no procedimento de segurança. Por isso, é fundamental adotar alguns hábitos, como:

  • Prestar atenção na movimentação do lado de fora do prédio antes de entrar e sair;
  • Identificar visitas antes de autorizar a entrada;
  • Zelar pelos equipamentos;
  • Não manter portões abertos;
  • Receber entregadores na portaria do prédio.
  • Participar das reuniões do bairro para se informar e discutir questões de segurança e encaminhar para a Polícia Civil;
  • Apostar em cercas elétricas e sensores nos muros para inibir possíveis invasores;
  • Plano de segurança para situações emergenciais.

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Esse comportamento pode ser ajustado por meio de comunicados internos, circulares e debates em reuniões e assembleias. O conteúdo deve ser uma espécie de cartilha com orientações comportamentais nas dependências do empreendimento e fora dele.

Os moradores precisam se conscientizar sobre a importância da disseminação dessa cultura e respeitar a aplicação das normas. Por exemplo, muitas pessoas desaprovam a conduta de porteiros por impedirem a entrada de visitas sem autorização, mesmo sendo uma das normas básicas de segurança.

Vale ressaltar que os funcionários mais novos podem não reconhecer todos os moradores do condomínio e pedir uma identificação. Neste caso, é educado entender a adaptação e incentivar esse tipo de comportamento do colaborador.

Para evitar constrangimentos como esse, o administrador do condomínio pode investir em um sistema com as informações atualizadas dos condôminos e, até mesmo, visitas e funcionários.

Treinamentos

O treinamento da equipe de manutenção e segurança do prédio também é de extrema importância. Os funcionários precisam ter uma capacitação para situações de perigo, como, por exemplo, no caso de roubos e invasões de bandidos e normas básicas de cuidado e segurança.

Os assistentes também precisam receber treinamento em relação aos equipamentos, sistemas e tecnologias de segurança. Afinal, não basta ter o melhor aparelho do mundo e não saber usá-lo de forma adequada.

A gestão condominial tem o papel de otimizar os processos internos e colaborar com a organização e segurança do espaço residencial. Por isso, é importante investir em uma administradora da sua confiança e que ofereça um suporte de acordo com as necessidades do condomínio.

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